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O Fim do "Elefante Branco"

A foto acima, mostra um antigo ponto turístico de nosso município, o teleférico.

Partiu de um sonho do ex-prefeito Helenildo Ribeiro, de dotar do município de um instrumento semelhante aos encontrados no sul do pais, e em outros países do mundo, augo que pudesse levar os turistas ao topo de seu principal ponto turístico, o Cristo do Goiti. Mas seu sonho não durou muito.

Foi alvo de muita polemica, principalmente em relação aos mais de R$ 2 Milhões investidos na obra, que partiram do bouço do palmeirense. Mas nos tempos atuais não sobrou mais nada do "Elefante Branco", foi vendido pelo ex-prefeito Albérico Cordeiro, para a sucata por apenas R$ 200,00. Construído entre 1984, eque só funcionou ate 1996.

“Começamos a construir o teleférico nos últimos seis meses do primeiro mandato de Helenildo”

Conta Ademilsom Gomes de Oliveira, conhecido como "Mimi" , técnico em mecânica, responsável pelo telefórico. Mimi passou três meses em São Paulo, sendo orientado para o projeto do teleférico. O projeto idealizado por Helenizado Ribeiro, começou a ser construído.
Fotografia da estação que recebia os turistas, para subir no teleférico (Gazeta de Alagoas), já abandonada.

Com ajuda de serralheiros ao pé da serra do goiti, Mimi e sua equipe começaram a montar a estrutura, com o ferro que segundo Mimi era de alta qualidade. As torres que sustentavam um cabo de mais de um quilometro de extensão, em que deslisavam as 80 cadeiras do teleférico, eram construídas a medida que o Poder Publico disponibilizava ferro para a construção.

Estação de chegada dos turistas, já abandonada.
“Infelizmente, a falta de vontade política dos administradores de Palmeira contribuiu para que isso hoje seja apenas sucata. O ferro custou uma fortuna e o cabo, por exemplo, custou mais de R$ 20 mil”
Disse Mimi cobrou pelo trabalho R$ 40 mil. O grande cabo que nos dias de hoje, esta estacionado nas portas da Policia Militar Ambiental, que funciona na área onde se localizavam as catracas do teleférico, esta enferrujando. Não existe como reativar o teleférico nos dias de hoje, e o ferro que custava R$ 1,30, hoje não custa mais que três centavos.  
As imensas torres brancas, na serra do Goiti

“É totalmente inviável financeiramente vendê-las a uma empresa. O quilo daquele ferro não vale mais do que três centavos de real”
Diz Mimi em relação as torres que ainda lembra os três meses de funcionamento do Teleférico, entre 1996 a 1997. Mas como mencionado no inicio do artigo, Albérico cordeiro, que era rival de Helenildo, que na época era deputado, e Albérico era o prefeito de Palmeira, vendeu a estrutura do teleférico, por pouco mais de R$ 200,00.
O que sobrou do teleférico,depois da venda


“O projeto e a obra do teleférico do Goiti nunca tiveram registro no Crea”
Disse o gerente do Crea Gustavo Paiva. Albérico denunciou irregularidades na obra, em que decidiu deixar enferrujando, ate ser vendido.

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