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Viagem a Recife: Engenho Massangana



O Engenho Massangana foi onde Joaquim Nabuco morou até seus oito anos. O engenho é do século XIX, composto pela casa grande e uma capela dedicada a São Matheus. O nome do engenho vem de origem africana, de um rio que fazia o escoamento da produção da cana.

Passou muito tempo abandonado, antes de se tornar museu. Ao redor do conjunto arquitetônico do museu vive a comunidade Massangana, que participam de muitos eventos do museu.



Quase toda a mobília do museu foi doada de outros engenhos, por que a original foi destruída ao passar do tempo com o abandono, atualmente só existe uma mesa metálica original do engenho. Joaquim Nabuco morou no engenho até os oito anos, foi lá onde se deu conta de que escravidão não está certo, e se tornou abolicionista. Foi quando um escravo de outro engenho maltratado chegou ao Massangana pedindo para ser comprado (Já que o Massangana era conhecido por não castigar os escravos) Joaquim estava brincando em frente a porta quando foi o ocorrido, e ficou horrorizado com os maus tratos. O escravo foi comprado pelo engenho. 

Essas foram as casas dos pesquisadores, quando pesquisavam sobre a história do engenho, atualmente são usadas para a administração do museu. 
Antiga moenda de cana de açúcar, doada por outro engenho.
Joaquim Nabuco quando criansa

Joaquim Nabuco

Joaquim Nabuco se formando
Sala de jantar do engenho
Sala de estar do engenho
José Tomás Nabuco de Araújo Filho, Pai de Joaquim
Ana Benigna de Sá Barreto Nabuco de Araújo, Mãe de Joaquim
Interior da capela de São Matheus

Todos os visitantes do engenho são convidados para tocar o sino da capela  
Capela de São Matheus

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