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Sob o tapete

Mesmo que não admitamos abertamente, alguns serviços e produtos acabam tornando-se necessários, não pela relevância que possuem, mas pela necessidade latente que temos deles. Alguns como a bebida alcoólica, mesmo sendo um perigo insidioso dada sua tendência natural a viciar, permite àqueles que dela fazem uso olhar o mundo sob uma nova perspectiva - e não estou me referindo àqueles que apenas se embriagam. 
Do mesmo modo tem-se a pornografia. Viciante, danosa e degradante, a pornografia é a mais antiga forma de ensinamentos de procriação e lazer pragmáticos que podemos lembrar. A pornografia escrita, que excita e mobiliza massas, está aí para perpetuar o conhecimento mundano que muitos não sabem ou querem esconder para sob o tapete.
São serviços danosos e propensos ao vício e, de uma maneira geral, irresponsáveis que não se conciliam com os ensinamentos religiosos por inúmeras razões, mas que, sem eles, acabamos no tédio.
Não estou defendendo o uso desses produtos e serviços, que são inúmeros e que se apresentam de diversas maneiras, porém seria um desserviço não admitir que somos uma rebelião de santos de vestes sujas que não se contenta em apenas estar em estado de leve santidade. 
E se não fosse essas quedas nas cestas em que esses produtos e serviços estão como saberíamos o que fazer e o que não fazer se a teoria nunca é o suficiente.
Há quem arma-se contra aqueles que bebem, fumam, transam - fora do casamento - e usam as mais variadas manifestações desses produtos e serviços sem perceber que não são as pessoas, mas o tédio, que deve ser combatido; que são as mentes desocupadas que precisam de uma atividade e que a religião precisa de prática contínua. Não são os recursos que devem ser dirimidos, mas as pessoas é que precisam olhar para o longe.
E como ter uma sociedade realmente ocupada é uma utopia que, ao menos, tenhamos a coragem de admitir nossas fraquezas, desejos e real identidade.

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